Quem foi que disse que o cérebro não precisa de exercícios para se manter ativo? Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente? Uma nova técnica, denominada neuróbica, promete novo pique para a memória e a concentração, evitando movimentos automáticos no dia-dia.
O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, uma ginástica específica para o cérebro. A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. É comum não prestamos atenção naquilo que fazemos de forma mecânica, por isso costumamos esquecer das ações que executamos pouco tempo depois.
Como funciona a neuróbica?
A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam a reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia.Quanto mais o cérebro for treinado, mais afiado ele ficará, para isso não é preciso se matar com teste de QI ou nas palavras cruzadas. A neuróbica é uma técnica simples de exercitar o cérebro.
O programa de exercícios da neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos "sentidos" de cunho emocional e social. Por isso quem sempre estiver atento em estimular o cérebro terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Texto para prova
História do Treinamento Desportivo
Posted: 04 Jun 2011 05:01 AM PDT
No Egito Antigo e Mesopotâmia
As primeiras civilizações no Egito e Mesopotâmia, milênios antes dos Jogos na Grécia antiga, já tinham a tradição de atividades atléticas. Isto é comprovado por fontes literárias e iconográficas descrevendo cenas atléticas já em 3.000 a.C.
No Egito e Mesopotâmia, o interesse por atividades atléticas ficou registrado em templos e tumbas. O esporte no Egito antigo incluía: luta, combate com varas, boxe, acrobatismo, arco e flecha, vela, jogos de bola e eventos eqüestres. Tudo indica que os eventos atléticos eram restritos aos membros das classes elevadas. Textos egípcios mostram a importância da atividade física na preparação do faraó e membros da corte.
Os gregos pré-clássicos - micênicos e minuanos
Além do Egito e Mesopotâmia, outras civilizações, inclusive na própria Grécia pré-clássica, já praticavam o atletismo antes dos Jogos Olímpicos.
Os minuanos, civilização que habitava a ilha de Creta no período de 2.100 a 1.100 a.C. tinham interesse especial pela ginástica. Os afrescos indicam que as atividades atléticas eram praticadas por membros da nobreza em áreas perto do palácio.
Na cultura minóica os touros eram muito importantes (lembrem-se da lenda do minotauro de Creta) e também faziam parte dos eventos atléticos através do salto sobre o touro. Onde os atletas realizavam saltos sobre touros vivos e provavelmente não muito amistosos!
Outros esportes praticados pelos minóicos eram o boxe, a luta e, acrobacias. Os estudos indicam que havia um componente religioso forte nos eventos atléticos.
Já os miocenos (1600-1100 a.C.), adotaram os esportes minóicos e acrescentaram à corrida de bigas e competições de pista. Tal qual na Creta minuana, os esportes tinham caráter religioso, porém os micênicos preferiam à luta e o boxe.
Jogos Olímpicos da Antiguidade
Os Jogos Olímpicos começaram em 776 a.C. em Olímpia, na Grécia antiga, e duraram por mais de mil anos. Entretanto, o evento religioso que deu origem aos Jogos é bem mais antigo podendo datar do século 13 a.C.
Tal qual a Olimpíada moderna, os jogos eram realizados de 4 em 4 anos. Porém eles sempre aconteciam em Olímpia, os esportes eram menos numerosos e só podiam participar homens que falassem o idioma grego.
Olímpia atraía homens de todo o mundo grego. Não se sabe quantas pessoas compareciam aos Jogos, mas o estádio olímpico tinha a capacidade estimada entre 45 mil e 50 mil espectadores.
Apenas os cidadãos livres e natos que estivessem inscritos para a competição podiam participar dos Jogos Olímpicos. Os atletas treinavam em suas cidades de origem durante os quatro anos que separavam os Jogos Olímpicos. Esse período era denominado Olimpíada. No entanto, a 60 dias dos Jogos, todos os atletas se concentravam na cidade de Elis, onde passavam a se dedicar integralmente à sua preparação física.
Os competidores chegavam a Olímpia um mês antes do início oficial dos Jogos e passavam por um treinamento moral, físico e espiritual sob a supervisão dos juízes.
Os treinadores especializados; a alimentação, a massagem, os planos de treinamento e a idéia de treinamento total colocaram a Grécia como pioneira no treinamento desportivo. Esses treinamentos eram basicamente intuitivos, sem nenhum caráter científico.
A preparação geral era realizada através de marchas, corridas e saltos e a preparação especifica através de sacos de areia, fardos e pedras em forma de halteres; treinadores específicos para as provas de corrida e lutas e seguiram uma rotina de treinamento, realizadas em ciclos de quatro dias, denominadas tetras (Costa, 1968a; Rocha, 1983). A dificuldade em se quantificar o treinamento já era grande e alguns atletas chegavam a morrer durante a preparação para competições.
A participação dos atletas era estabelecida por um código rígido de conduta e qualquer infração era punida com rigor.
A vitória nos Jogos Olímpicos consagrava o atleta e proporcionava glória também à sua cidade de origem.
Evolução do treinamento desportivo.
Quanto à evolução do treinamento desportivo, podemos afirmar que este passou por cinco períodos:
Arte;
Improvisação;
Sistematização;
Pré-científico;
Científico.
Os três primeiros foram marcados pelo empirismo, cuja principal característica era as sensações: os treinadores guiavam-se por elas como ponto de referência técnica de condição física. Era o tempo do conhecimento adquirido pela prática.
A corrida foi o único esporte praticado nas primeiras 13 Olimpíadas. A distância era de um "stadia" que correspondia aproximadamente a 85 metros. Depois foram acrescentadas corridas mais longas como o "diaulos" (365 metros) e o "dolichos" (24 "stadias" ou 2 km). Em 708 a.C. foram acrescentados o pentatlo e eventos de luta, em 688 a.C. o boxe e em 680 a.C. a corrida de bigas.
O prêmio pela vitória era uma simples coroa feita de ramos de Oliveira. Entretanto os atletas viravam celebridades e era comum os vitoriosos receberem benefícios tais como ter toda a sua alimentação paga pelo resto da vida, ou ter um lugar reservado na primeira fileira dos teatros.
Com o domínio romano sobre os gregos os Jogos Olímpicos foram perdendo sua identidade. Na época do Imperador Nero, no lugar de cidadãos livres, escravos passaram a competir por suas vidas contra animais selvagens. Em 393 d.C. os gloriosos Jogos Olímpicos foram abolidos por decreto do Imperador Romano Teodósio.
Com o ressurgimento dos Jogos Olímpicos em 1896, (Atenas), passou-se a ter maior interesse e divulgação, do esporte, entre os diferentes povos o mundo. Foi o início os jogos na era moderna, quando o barão de Couberttin destaca a importância da competição em detrimento da vitória; e o treinamento esportivo passou a evoluir e ao longo das primeiras sete décadas do século XX, exceção aos períodos das I e II guerras mundiais, atletas e treinadores inovaram e criaram vários métodos de treinamento que são utilizados até hoje.
Os períodos pré-científico e científico surgiram aos poucos para completar a vivência empírica. Na década de 20, Krumel da Alemanha e Pikala da Finlândia, tentaram demonstrar que as resistências aeróbica e anaeróbica não eram adquiridas somente com corridas de longa distância, mas também por corridas curtas e de grande intensidade, seguidas de repouso.
Em 1930, Gosse Holmer da Suécia, criou o Fartlek, um método natural, mais conhecido como "jogo de velocidade", de intensidade bastante variável, e que o atleta executava conforme sua vontade, mesmo assim, sem controle rigoroso era bastante sistemático, pois determinava: corridas em plano, subidas, descidas e trechos de areia e grama, fases cronometradas e trabalho de musculação de forma natural.
Entre 1933 e 1936 surgiu Gerscheler da Alemanha que ainda de forma empírica, usava distâncias curtas com pausa.. Percebendo que estas pausas eram muito importantes, estabeleceu que o atleta deveria acostumar-se também com o ritmo da prova em treinamento. Posteriormente surgiram Reindel e Roskam ambos da Alemanha, que baseados no método de Gerscheler e em pesquisas fisiológicas, criaram o método conhecido como intervall-training ("os famosos tiros"), iniciando naquele momento o período científico do treinamento desportivo.
A Segunda grande guerra mundial retardou a aplicação do Interval-Training.
Em 1945, iniciou-se nos EUA, o trabalho com pesos, Weigth-Training, mas somente como reeducação funcional para os feridos de guerra. Este método foi estudado cientificamente por Yakalov e Korobcov, sendo aplicado posteriormente no atletismo e outros esportes pela Rússia e Alemanha.
Entre 1948 e 1960, ocorreu a fase áurea do Interval-Training, onde a união deste método com Weigth-Training promoveu grandes resultados no mundo esportivo.
Na metade da década de 60, as performances se nivelaram levando os treinadores a tentarem novos métodos. Daí surgiram os "Neomodernos" que rebelaram-se contra o Interval-Training puro e passaram a preconizar o retorno à natureza, ao trabalho longe das pistas, sem esquemas rígidos. Três grandes nomes surgiram nesta época: Lydiard da Nova Zelândia, Van Aaken da Alemanha e Cerutty da Austrália. Todos se voltaram para o trabalho em longas distâncias. Grandes resultados surgiram nas Olimpíadas de Roma, Tóquio, México e Munique.
No processo de evolução histórica, todas as correntes contribuíram para o aperfeiçoamento do treinamento científico.
O desenvolvimento de equipamentos sofisticados destinados à pesquisa da fisiologia e um rigoroso acompanhamento da aplicação do treinamento diário, não permitemhttp://www.blogger.com/img/blank.gif a utilização de um único método como forma de preparação geral, nem improvisações do dia-a-dia típico de treinadores sem conhecimento científico adequado.
Hoje em dia é impossível se imaginar o treinamento sem o aval da ciência, pois esta tendência é sem sombra de dúvidas uma das estudadas em todo o mundo.
Dessa forma, faz-se necessário uma estruturação muito bem organizada das paramentas que compõem toda a estrutura de um programa de treinamento, tais como:
Exames de saúde, avaliação e acompanhamento nutricional, avaliação da capacidade aeróbica (vo2), limiar anaeróbico, limiar de lactato, freqüência cardíaca, testes de potência (força rápida), velocidade, etc...
Posted: 04 Jun 2011 05:01 AM PDT
No Egito Antigo e Mesopotâmia
As primeiras civilizações no Egito e Mesopotâmia, milênios antes dos Jogos na Grécia antiga, já tinham a tradição de atividades atléticas. Isto é comprovado por fontes literárias e iconográficas descrevendo cenas atléticas já em 3.000 a.C.
No Egito e Mesopotâmia, o interesse por atividades atléticas ficou registrado em templos e tumbas. O esporte no Egito antigo incluía: luta, combate com varas, boxe, acrobatismo, arco e flecha, vela, jogos de bola e eventos eqüestres. Tudo indica que os eventos atléticos eram restritos aos membros das classes elevadas. Textos egípcios mostram a importância da atividade física na preparação do faraó e membros da corte.
Os gregos pré-clássicos - micênicos e minuanos
Além do Egito e Mesopotâmia, outras civilizações, inclusive na própria Grécia pré-clássica, já praticavam o atletismo antes dos Jogos Olímpicos.
Os minuanos, civilização que habitava a ilha de Creta no período de 2.100 a 1.100 a.C. tinham interesse especial pela ginástica. Os afrescos indicam que as atividades atléticas eram praticadas por membros da nobreza em áreas perto do palácio.
Na cultura minóica os touros eram muito importantes (lembrem-se da lenda do minotauro de Creta) e também faziam parte dos eventos atléticos através do salto sobre o touro. Onde os atletas realizavam saltos sobre touros vivos e provavelmente não muito amistosos!
Outros esportes praticados pelos minóicos eram o boxe, a luta e, acrobacias. Os estudos indicam que havia um componente religioso forte nos eventos atléticos.
Já os miocenos (1600-1100 a.C.), adotaram os esportes minóicos e acrescentaram à corrida de bigas e competições de pista. Tal qual na Creta minuana, os esportes tinham caráter religioso, porém os micênicos preferiam à luta e o boxe.
Jogos Olímpicos da Antiguidade
Os Jogos Olímpicos começaram em 776 a.C. em Olímpia, na Grécia antiga, e duraram por mais de mil anos. Entretanto, o evento religioso que deu origem aos Jogos é bem mais antigo podendo datar do século 13 a.C.
Tal qual a Olimpíada moderna, os jogos eram realizados de 4 em 4 anos. Porém eles sempre aconteciam em Olímpia, os esportes eram menos numerosos e só podiam participar homens que falassem o idioma grego.
Olímpia atraía homens de todo o mundo grego. Não se sabe quantas pessoas compareciam aos Jogos, mas o estádio olímpico tinha a capacidade estimada entre 45 mil e 50 mil espectadores.
Apenas os cidadãos livres e natos que estivessem inscritos para a competição podiam participar dos Jogos Olímpicos. Os atletas treinavam em suas cidades de origem durante os quatro anos que separavam os Jogos Olímpicos. Esse período era denominado Olimpíada. No entanto, a 60 dias dos Jogos, todos os atletas se concentravam na cidade de Elis, onde passavam a se dedicar integralmente à sua preparação física.
Os competidores chegavam a Olímpia um mês antes do início oficial dos Jogos e passavam por um treinamento moral, físico e espiritual sob a supervisão dos juízes.
Os treinadores especializados; a alimentação, a massagem, os planos de treinamento e a idéia de treinamento total colocaram a Grécia como pioneira no treinamento desportivo. Esses treinamentos eram basicamente intuitivos, sem nenhum caráter científico.
A preparação geral era realizada através de marchas, corridas e saltos e a preparação especifica através de sacos de areia, fardos e pedras em forma de halteres; treinadores específicos para as provas de corrida e lutas e seguiram uma rotina de treinamento, realizadas em ciclos de quatro dias, denominadas tetras (Costa, 1968a; Rocha, 1983). A dificuldade em se quantificar o treinamento já era grande e alguns atletas chegavam a morrer durante a preparação para competições.
A participação dos atletas era estabelecida por um código rígido de conduta e qualquer infração era punida com rigor.
A vitória nos Jogos Olímpicos consagrava o atleta e proporcionava glória também à sua cidade de origem.
Evolução do treinamento desportivo.
Quanto à evolução do treinamento desportivo, podemos afirmar que este passou por cinco períodos:
Arte;
Improvisação;
Sistematização;
Pré-científico;
Científico.
Os três primeiros foram marcados pelo empirismo, cuja principal característica era as sensações: os treinadores guiavam-se por elas como ponto de referência técnica de condição física. Era o tempo do conhecimento adquirido pela prática.
A corrida foi o único esporte praticado nas primeiras 13 Olimpíadas. A distância era de um "stadia" que correspondia aproximadamente a 85 metros. Depois foram acrescentadas corridas mais longas como o "diaulos" (365 metros) e o "dolichos" (24 "stadias" ou 2 km). Em 708 a.C. foram acrescentados o pentatlo e eventos de luta, em 688 a.C. o boxe e em 680 a.C. a corrida de bigas.
O prêmio pela vitória era uma simples coroa feita de ramos de Oliveira. Entretanto os atletas viravam celebridades e era comum os vitoriosos receberem benefícios tais como ter toda a sua alimentação paga pelo resto da vida, ou ter um lugar reservado na primeira fileira dos teatros.
Com o domínio romano sobre os gregos os Jogos Olímpicos foram perdendo sua identidade. Na época do Imperador Nero, no lugar de cidadãos livres, escravos passaram a competir por suas vidas contra animais selvagens. Em 393 d.C. os gloriosos Jogos Olímpicos foram abolidos por decreto do Imperador Romano Teodósio.
Com o ressurgimento dos Jogos Olímpicos em 1896, (Atenas), passou-se a ter maior interesse e divulgação, do esporte, entre os diferentes povos o mundo. Foi o início os jogos na era moderna, quando o barão de Couberttin destaca a importância da competição em detrimento da vitória; e o treinamento esportivo passou a evoluir e ao longo das primeiras sete décadas do século XX, exceção aos períodos das I e II guerras mundiais, atletas e treinadores inovaram e criaram vários métodos de treinamento que são utilizados até hoje.
Os períodos pré-científico e científico surgiram aos poucos para completar a vivência empírica. Na década de 20, Krumel da Alemanha e Pikala da Finlândia, tentaram demonstrar que as resistências aeróbica e anaeróbica não eram adquiridas somente com corridas de longa distância, mas também por corridas curtas e de grande intensidade, seguidas de repouso.
Em 1930, Gosse Holmer da Suécia, criou o Fartlek, um método natural, mais conhecido como "jogo de velocidade", de intensidade bastante variável, e que o atleta executava conforme sua vontade, mesmo assim, sem controle rigoroso era bastante sistemático, pois determinava: corridas em plano, subidas, descidas e trechos de areia e grama, fases cronometradas e trabalho de musculação de forma natural.
Entre 1933 e 1936 surgiu Gerscheler da Alemanha que ainda de forma empírica, usava distâncias curtas com pausa.. Percebendo que estas pausas eram muito importantes, estabeleceu que o atleta deveria acostumar-se também com o ritmo da prova em treinamento. Posteriormente surgiram Reindel e Roskam ambos da Alemanha, que baseados no método de Gerscheler e em pesquisas fisiológicas, criaram o método conhecido como intervall-training ("os famosos tiros"), iniciando naquele momento o período científico do treinamento desportivo.
A Segunda grande guerra mundial retardou a aplicação do Interval-Training.
Em 1945, iniciou-se nos EUA, o trabalho com pesos, Weigth-Training, mas somente como reeducação funcional para os feridos de guerra. Este método foi estudado cientificamente por Yakalov e Korobcov, sendo aplicado posteriormente no atletismo e outros esportes pela Rússia e Alemanha.
Entre 1948 e 1960, ocorreu a fase áurea do Interval-Training, onde a união deste método com Weigth-Training promoveu grandes resultados no mundo esportivo.
Na metade da década de 60, as performances se nivelaram levando os treinadores a tentarem novos métodos. Daí surgiram os "Neomodernos" que rebelaram-se contra o Interval-Training puro e passaram a preconizar o retorno à natureza, ao trabalho longe das pistas, sem esquemas rígidos. Três grandes nomes surgiram nesta época: Lydiard da Nova Zelândia, Van Aaken da Alemanha e Cerutty da Austrália. Todos se voltaram para o trabalho em longas distâncias. Grandes resultados surgiram nas Olimpíadas de Roma, Tóquio, México e Munique.
No processo de evolução histórica, todas as correntes contribuíram para o aperfeiçoamento do treinamento científico.
O desenvolvimento de equipamentos sofisticados destinados à pesquisa da fisiologia e um rigoroso acompanhamento da aplicação do treinamento diário, não permitemhttp://www.blogger.com/img/blank.gif a utilização de um único método como forma de preparação geral, nem improvisações do dia-a-dia típico de treinadores sem conhecimento científico adequado.
Hoje em dia é impossível se imaginar o treinamento sem o aval da ciência, pois esta tendência é sem sombra de dúvidas uma das estudadas em todo o mundo.
Dessa forma, faz-se necessário uma estruturação muito bem organizada das paramentas que compõem toda a estrutura de um programa de treinamento, tais como:
Exames de saúde, avaliação e acompanhamento nutricional, avaliação da capacidade aeróbica (vo2), limiar anaeróbico, limiar de lactato, freqüência cardíaca, testes de potência (força rápida), velocidade, etc...
Texto para prova
Esporte é uma boa contra o Alcool
Posted: 13 Jun 2011 03:07 AM PDT
A prática de atividades físicas ou iniciação esportiva quando começam na infância ou adolescência se tornam um hábito saudável, que, invariavelmente, se reflete em ações que trazem importantes benefícios à saúde reflete-se ao longo da vida.
Um estudo norueguês, divulgado pela organização não-governamental CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, aponta que a participação de jovens em atividades esportivas pode atuar na prevenção do consumo nocivo de bebidas alcoólicas na vida adulta. No entanto, os pesquisadores ressaltam que alguns fatores podem influenciar esta relação, como a rede social do adolescente, a segregação por idade e o tipo de esporte praticado.
A pesquisa foi realizada com mais de três mil estudantes noruegueses com idades entre 13 e 19 anos, avaliados e acompanhados até chegarem na idade adulta.
Durante o estudo, foi avaliado como o uso de álcool variava conforme o tipo de esporte praticado (coletivo ou individual), habilidades necessárias à sua execução (resistência, força ou técnica) e nível de competição.
No início do estudo, 50,7% dos jovens estavam envolvidos com prática esportiva. Aqueles que não participavam de atividades esportivas apresentaram maior frequência de episódios de embriaguez, relação que se inverteu nos últimos dois períodos de avaliação.
Influência positiva
Em relação às habilidades necessárias à execução da prática esportiva, o estudo indicou que aqueles que praticavam esportes de resistência, como corrida ou natação, envolveram-se menos com bebidas alcoólicas quando comparados com praticantes de esportes de força e que exigem técnica, como musculação, boxe, ginástica ou artes marciais.
Uma das explicações para essa constatação é o fato das consequências do consumo de álcool interferir diretamente na capacidade física dos praticantes de esportes de resistência.
Outro resultado diz respeito ao tipo de esporte praticado. De acordo com a pesquisa, estudantes praticantes de esportes coletivos apresentaram maior envolvimento com o álcool, provavelmente devido à influência social desse tipo de esporte na vida do estudante, facilitando a sua aquisição e ampliando as oportunidades de consumo.
Desta forma, os autores ressaltam que, antes de generalizar a influência positiva da prática esportiva na prevenção do consumo de álcool, é necessário considerar as características individuais do sujeito e do tipo de esporte praticado.
Assim, para o médico do esporte Antonio Carlos Soares Pessoa, apenas o fahttp://www.blogger.com/img/blank.gifto de um adolescente praticar esportes não garantirá que ele fique longe de problemas com álcool ou drogas. "Muitos exemplos de atletas famosos, comprovam essa tese", garante o especialista.
Ao contrário, dependendo do caso, as atividades físicas e a prática de esportes podem ser bons auxiliares na prevenção e na resolução de problemas relacionados ao alcoolismo.
Afinal, a prática de esportes requer certo preparo físico, alimentação saudável, assim como hábitos regrados. "Os jovens praticantes de modalidades esportivas tendem a evitar o uso de substâncias justamente porque optarem pela manutenção de um desenvolvimento corporal e mental sadio", completa.
Posted: 13 Jun 2011 03:07 AM PDT
A prática de atividades físicas ou iniciação esportiva quando começam na infância ou adolescência se tornam um hábito saudável, que, invariavelmente, se reflete em ações que trazem importantes benefícios à saúde reflete-se ao longo da vida.
Um estudo norueguês, divulgado pela organização não-governamental CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, aponta que a participação de jovens em atividades esportivas pode atuar na prevenção do consumo nocivo de bebidas alcoólicas na vida adulta. No entanto, os pesquisadores ressaltam que alguns fatores podem influenciar esta relação, como a rede social do adolescente, a segregação por idade e o tipo de esporte praticado.
A pesquisa foi realizada com mais de três mil estudantes noruegueses com idades entre 13 e 19 anos, avaliados e acompanhados até chegarem na idade adulta.
Durante o estudo, foi avaliado como o uso de álcool variava conforme o tipo de esporte praticado (coletivo ou individual), habilidades necessárias à sua execução (resistência, força ou técnica) e nível de competição.
No início do estudo, 50,7% dos jovens estavam envolvidos com prática esportiva. Aqueles que não participavam de atividades esportivas apresentaram maior frequência de episódios de embriaguez, relação que se inverteu nos últimos dois períodos de avaliação.
Influência positiva
Em relação às habilidades necessárias à execução da prática esportiva, o estudo indicou que aqueles que praticavam esportes de resistência, como corrida ou natação, envolveram-se menos com bebidas alcoólicas quando comparados com praticantes de esportes de força e que exigem técnica, como musculação, boxe, ginástica ou artes marciais.
Uma das explicações para essa constatação é o fato das consequências do consumo de álcool interferir diretamente na capacidade física dos praticantes de esportes de resistência.
Outro resultado diz respeito ao tipo de esporte praticado. De acordo com a pesquisa, estudantes praticantes de esportes coletivos apresentaram maior envolvimento com o álcool, provavelmente devido à influência social desse tipo de esporte na vida do estudante, facilitando a sua aquisição e ampliando as oportunidades de consumo.
Desta forma, os autores ressaltam que, antes de generalizar a influência positiva da prática esportiva na prevenção do consumo de álcool, é necessário considerar as características individuais do sujeito e do tipo de esporte praticado.
Assim, para o médico do esporte Antonio Carlos Soares Pessoa, apenas o fahttp://www.blogger.com/img/blank.gifto de um adolescente praticar esportes não garantirá que ele fique longe de problemas com álcool ou drogas. "Muitos exemplos de atletas famosos, comprovam essa tese", garante o especialista.
Ao contrário, dependendo do caso, as atividades físicas e a prática de esportes podem ser bons auxiliares na prevenção e na resolução de problemas relacionados ao alcoolismo.
Afinal, a prática de esportes requer certo preparo físico, alimentação saudável, assim como hábitos regrados. "Os jovens praticantes de modalidades esportivas tendem a evitar o uso de substâncias justamente porque optarem pela manutenção de um desenvolvimento corporal e mental sadio", completa.
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